quinta-feira, 14 de abril de 2011

Inspirô?

O que fazer com aquela velha fita de filme que você não sabe nem qual é?
Acompanhe a transformação e inspire-se.



Criando a estrutura da mesa com as fitas.



Toda a pintura foi feita com Spray branco sem CFC.



A decoração foi feita utilizando os recortes das capas das fitas.



Peça finalizada!! Agora é só curtir a nova mesinha =D
Via: Todo Siempre Sirve / Recyclart

Be The Ugly Original Not Beautiful Imitation

Post do Blog: http://itsgreendesign.blogspot.com/
Que eu adorei e decidi republicar aqui!
O Japonês é sensacional muito divertido e criativo.
Adoro seres humanos que fogem do óbvio.


Passeando por Williamsburg no Brooklyn, aqui em NYC, de bicicleta tive o prazer de conhecer o Jae Kim, esse coreano maluco cheio de idéias muito originais e criador da marca Ugly Original. Encontrei ele trabalhando na rua do lado dessa mistura de bike e guarda-roupa que ele utiliza para transportar e promover suas coleções.


Jae construiu essa essa funcional engenhoca reciclando diversas peças antigas....


entre elas, cabides de madeira dos anos 60 e o luminoso antigo de um taxi de Londres...


Elem de tudo, ele mesmo costura, cria e faz as suas próprias serigrafias...


Jae proclama: "Be The Ugly Original Not Beautiful Imitation".


 

Luxo Vintage: Sofá de Geladeira

O designer canadense Adrian Johnson reutiliza refrigeradores e bancos de carros para criar sofás únicos e divertidos. No modelo da foto ele utilizou uma geladeira de 1980 para ser a estrutura do sofá e  para o estofado ele  utilizou um banco traseiro de um BWM 535i  de 1988. 
São diversos modelos um mais bacana que o outro e a cada versão o designer inova em algum ponto, os novos modelos por exemplo já vem com um som embutido com suporte  para o IPOD.

Muito bacana!! Uma aula de reaproveitamento e inovação.

Por: Coletivo Verde
Mais: Fridge Couch
Via: Inhabitat / Trendhunter

Luxo Vintage: Banheiras que viram sofás

 
Mobiliários sustentáveis estão com tudo, designers estão reaproveitando materiais e objetos que iriam para o lixo ou para o ferro velho e os transformam em novos e úteis móveis. Nesta linha criativa a empresa Ruff House Art de Kansas, EUA cria sofás customizados a partir de antigas banheiras.

Verdinhos Maneiros 2

As opções de roupas com conceito verde crescem e as possibilidades de matéria-prima ampliam. Aquela idéia institucional ou meio “hiponga” já veio abaixo a muito tempo. Atualmente existem marcas que trazem ao mercado roupas  bem legais e desejáveis pelos antenados da moda. Marcas como Osklen, Reserva Natural, Hering, Farm, Éden, New Order e muitas outras estão cada vez mais fortes com as suas coleções confeccionadas com o máximo de compromisso sócio-ambiental possível.
Para você entender melhor, veja aqui algumas opções de materiais ou produções que tornam a sua roupa uma escolha mais consciente:
Juta: uma lona vegetal que se decompõe em apenas dois anos quando jogada fora. Para se ter uma idéia do seu benefício, o algodão leva 10 anos e o poliéster chega a 100 anos.
Borracha reciclável: um exemplo é o látex natural da Amazônia desenvolvida pela Universidade de Brasília.  
Tecido orgânico: são aqueles que não fazem uso de processos químicos abrasivos.
Fibra PET: a partir da reciclagem das garrafas plásticas. E ainda há marcas que utilizam as tampas para o processo de desbotamento dos jeans.
Lona de caminhão: material de grande durabilidade e resistência, que pode ser reaproveitado na confecção de bolsas, calças, jaquetas e acessórios.
Couro de peixe (tilápia): a pele de animais criados para a alimentação evita o lixo orgânico.
Tingimento natural: a partir de água e elementos naturais, como anileira.
Outros: fibras de coco, couro vegetal, pupunha replantada, PVC reciclado, reaproveitamento de material.

Ações sociais, investimentos em pesquisas, replantios de árvore para a neutralização de carbono, instalações operacionais das produções adequadas e respeito as normas de proteção ambiental são medidas que também fazem da roupa um produto sustentável. As Havaianas, por exemplo, tem parceria com  o IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas) que acompanha a conservação da biodiversidade brasileira. Já a Éden, certificadas pela Now (Natural Organic Association) e pela IBD (Instituto Bio Dinâmico) obedece as leis ambientais.

Fonte: Vitaplena

Roupas Verdinhas

Projetar um produto que esteja dentro do conceito de sustentabilidade para este segmento da indústria passa pela estreita relação com valores simbólicos e de identidade. Uma questão fundamental para a construção de um novo consumo é “Eu necessito deste produto ou serviço?”, as pessoas “verdes” possuem diferentes valores, expectativas, e visões de produtos.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu, Market Analysis e Instituto Ethos (2007) apontou que 33% dos consumidores adotam atitudes conscientes na hora das compras e 67% têm assimilação dos valores do consumo consciente. Nesse contexto, as empresas de bens de consumo perceberam que, além de programas de sustentabilidade para processos, era preciso criar produtos “verdes” – que diminuam o impacto ao meio ambiente.

Mas, segundo a mesma pesquisa, 36% dos brasileiros acreditam que tudo que é feito a partir de material reciclado possui qualidade inferior ao que é produzido com a matéria-prima virgem. Por isso, muitas vezes, a indústria têxtil omite a origem da matéria-prima.

Apenas 6% do total de consumidores brasileiros aceitam este tipo de produto. Por isso este tipo de material é direcionado para uniformes e roupas profissionais. Há por parte dos consumidores uma preocupação com a questão da usabilidade, da percepção sensorial da peça, já que desempenha o papel de interface entre corpo e ambiente.

A Teka, segunda maior fabricante de artigos de cama, mesa e banho da América do Sul, investiu mais de US$ 8 milhões nos últimos dez anos para a preservação da natureza. No ano passado, a empresa lançou no mercado a Linha Natural composta por toalhas de banho e jogos de cama. Produzida com 35% de fibras de bambu e 65% fibras de algodão, a linha foi desenvolvida para o mercado de produtos ecologicamente conscientes. A companhia possui certificação ecológica internacional alemã – Öko-tex Standard 100, que garante que seus produtos passam por processos que não prejudicam o meio ambiente.

Um exemplo bem-sucedido de uma empresa focada 100% no mercado de consumidores conscientes é o da Goóc, pertencente ao Grupo Domini. A produção de calçados e bolsas de calçados feitos a partir do reaproveitamento de pneus descartados, não degradáveis e altamente nocivos ao meio ambiente, fatura R$ 50 milhões por ano. Desde 2003, as três fábricas do grupo já consumiram 1 milhão de pneus usados. Em expansão internacional, a Goóc está presente em 16 países.

Por: Agenda Sustentável

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lixo eletrônico vira jóia



Fonte: EcoD

 Agora foi a vez da designer japonesa Yuma Fujimaki dar um exemplo de como reutilizar materiais eletrônicos. Ela criou uma coleção de jóias feitas de peças de computador.

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Placas de circuitos queimadas foram transformadas em anéis cheios de detalhes, pingentes e broches. As peças únicas fazem parte das linhas Evo e PC Circuit. Segundo a designer, o objetivo era transformar lixo esquecido em algo mais impressionante e significativo, não apenas para que o utiliza, mas também para o planeta.

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“Eu percebi que espaço e material, quando preparados para uma função, se transformam em algo bonito por si só. Então eu fiz isso em forma de jóias”, diz Yuma, que já exibiu suas peças em diversas exposições e competições e chegou a receber alguns prêmios por elas.

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As jóias estão disponíveis no site da designer com preço sob consulta.