terça-feira, 20 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Moda é o setor que mais reaproveita as embalagens PET
As chances da garrafa PET que consumimos regularmente ser reinserida na cadeia produtiva são maiores a cada ano. Mais alta ainda é a possibilidade de que uma garrafinha de água mineral que você usou hoje seja parte de uma camiseta, calça, ou mesmo um calçado dentro de alguns meses.
Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) revelou que entre agosto de 2011 e junho de 2013, a quantidade de embalagens PET recicladas saltou de 282 mil para 331 mil toneladas, um aumento de 17%. De acordo com o Censo da Reciclagem de PET no Brasil, seis de cada 10 embalagens PET que consumimos no país são recicladas.
Nesse contexto, a moda é o setor que mais utiliza o resultado da reciclagem, incorporando 38% de tudo que um dia já foi usado em sua rotina produtiva. Isso significa que, de cada seis embalagens recicladas, 2,4 foram parar no vestuário de alguém. Hoje, 59% de todas as embalagens PET produzidas no Brasil retornam para a indústria. Além da moda, outro setor que também aproveita o material é o de fábricas de resinas insaturadas e de fundição e areia, com a fatia de 23,9%. Apenas 18,3% volta a ser embalagens.
O uso de PET reciclado na produção de roupas começou com os informes de trabalhadores. Hoje, porém, o tecido já ganhou as passarelas. O estilista Alexandre Herchcovitch, por exemplo, desfilou uma coleção ecológica nas passarelas do São Paulo Fashion Week 2012 para a EcoSimple, fábrica de roupas de Americanas (SP). Outras marcas famosas também aproveitam a fibra produzida pela reciclagem, como a Hering, Osklen, Brookfield e Mizuno.
A EcoSimples fabrica roupas para diversas marca usando também retalhos e lã de poliéster vinda do PET
Foto: Divulgação
Garrafas por metro
Não à toa a indústria têxtil aderiu a este tipo de fibra. Duas garrafas de dois litros de PET reciclado podem produzir uma camiseta e quatro embalagens são suficientes para fazer uma calça comprida, informou a site Vida &Água, publicação oficial da indústria de produção de água mineral. A quantidade de embalagens por metro vai determinar a resistência da roupa.
Algumas indústrias optam pela mistura de uma material mais convencional, como algodão, com o poliéster de PET. A EcoSimple mistura retalhos de tecidos coletados em fábricas com a lã de poliéster feita do plástico reciclado. Para cada metro, a fábrica de Americanas usa 480 gramas de pano e oito garrafas. Só em 2012, foram produzidos 3,6 milhões de metros de tecido.
Ideal para pijamas e moda íntima, o PET reciclado está chegando ao universo masculino. A D’Uomo, uma das maiores fabricantes de cuecas brasileiras, está lançando um modelo feito com este material.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Esculturas e Jóias em madeira
É impossível não se apaixonar pelo trabalho belíssimo do SeiZo Soares!
Criador de esculturas e joias em madeira (também é professor universitário, pai de dois e redator). Trabalha em seu ateliê em Campinas, SP, em frente à Mata Santa Genebra, importante mata urbana do país.
Desde 2007, desenvolve trabalho autodidata de pesquisa e experimentação de técnicas de escultura e arte joalheria contemporânea.
São peças exclusivas criadas como miniesculturas a partir de um único corte de madeiras preciosas recolhidas dos despojos da natureza e em marcenarias. Jacarandá, Pau Ferro, Ébano, Pau Brasil e outras espécies são utilizadas com respeito e reverência à vida.
A orientação dos veios e seus desenhos, cores e texturas possíveis são consideradas e respeitadas em cada corte, como se faz ao se planejar a lapidação de uma pedra preciosa.
Diversas fases de acabamento criam uma peça muito durável, confortável e agradável de se vestir.
Os minerais são inseridos por inspiração da técnica japonesa do Suiseki, que usa suportes esculpidos em madeira para expor rochas brutas; Fusão orgânica de metais e vidro também compõem a joalheria contemporânea do artista, aberto à co-criação e ao experimentalismo.
Para conhecer e comprar este incrível trabalho acesse:
As joias
São peças exclusivas criadas como miniesculturas a partir de um único corte de madeiras preciosas recolhidas dos despojos da natureza e em marcenarias. Jacarandá, Pau Ferro, Ébano, Pau Brasil e outras espécies são utilizadas com respeito e reverência à vida.
A orientação dos veios e seus desenhos, cores e texturas possíveis são consideradas e respeitadas em cada corte, como se faz ao se planejar a lapidação de uma pedra preciosa.
Diversas fases de acabamento criam uma peça muito durável, confortável e agradável de se vestir.
Os minerais são inseridos por inspiração da técnica japonesa do Suiseki, que usa suportes esculpidos em madeira para expor rochas brutas; Fusão orgânica de metais e vidro também compõem a joalheria contemporânea do artista, aberto à co-criação e ao experimentalismo.
Para conhecer este trabalho acesse: http://seizojoias.com.br
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Plataforma de Cocriação do Coletivo Verde
Alô moçada, olha que projeto bacana:
Gostaria de convidar todos vocês para participarem da Plataforma de Cocriação do Coletivo Verde, um espaço colaborativo de ideias para o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis. A ideia é construir juntos produtos mais inteligentes, produtos que não só resolvam os nossos problemas, mas que também respeitem as pessoas e o meio ambiente desde o início do processo. Através da plataforma, as pessoas poderão opinar e escolher vários aspectos dos produtos como design, materiais, cores, acabamentos, e etc.
Veja o video acima e entenda a proposta da plataforma. (Caso esteja lendo via e-mail clique aqui para ver o video).
O nosso primeiro desafio será desenvolver uma Coleção de Moda Sustentável para o Instituto Ecotece. O Instituto Ecotece é a principal organização em defesa do vestir consciente e trabalha o tema em diversas frentes como: agência de conhecimento, produtos ecológicos e projetos sociais como o Retece, projeto que capacita mulheres em comunidades de baixa renda.
Auxiliando no processo de construção da coleção, também está o pessoal da Cogumelo Gestão Criativa, representado pela designer Carolina Leal e seu amplo conhecimento em moda e mestrado em gestão de moda na Domus Academy de Milão.
Mas a parte mais importante quem faz é você. Você é quem decide quais peças vamos criar, você é quem escolhe os materiais, a modelagem, o acabamento e tudo mais.
Que tal? Vamos juntos?
Para começar é só acessar: http://bit.ly/coletivoblog
Para começar é só acessar: http://bit.ly/coletivoblog
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
III Festival de Economia Solidária começa nesta sexta no Jardim do Liceu
Começa nesta sexta-feira (14), às 10 horas, com abertura oficial
às 18 horas, no Jardim do Liceu, em Campos, o III Festival
de Economia Solidária. Promovido pelo Fórum de Economia Solidária
de Campos, em parceria com a Incubadora Tecnológica de
Empreendimentos Populares (ITEP), vinculada à Pró-Reitoria de
Extensão e Assuntos Comunitários (PROEX) da Universidade
Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) e a
Prefeitura de Campos, e apoio cultural do Restaurante
Dona Baronesa, o evento prossegue até domingo (16), às 18 horas.
No III Festival de Economia Solidária de Campos
vai circular a moeda sócio-ambiental “Motirõ”, que será trocada
por óleo vegetal usado, numa parceria com a Rede Nacional
do Disque Óleo Vegetal Usado, posto de coleta de Campos dos Goytacazes.
O “Motirõ” poderá ser usado na compra dos produtos de inclusão
produtiva que serão comercializados no festival. Além da comercialização
de produtos, haverá na programação do evento aberto ao público,
palestras, oficinas e apresentações culturais.
- Os bancos comunitários criaram mais de 80 moedas
alternativas ao real e são identificadas como moedas sociais.
Elas são reconhecidas pelo Banco Central
como complementares ao real e usadas para estimular a
economia local das comunidades. O Motirõ é uma
ecomoeda social que circula nos eventos apoiados pela
Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares
(ITEP/PROEX/UENF) enquanto o movimento de economia solidária
não constituir seu banco comunitário -
explica a coordenadora da ITEP/PROEX/UENF,
Nilza Franco Portela.
alternativas ao real e são identificadas como moedas sociais.
Elas são reconhecidas pelo Banco Central
como complementares ao real e usadas para estimular a
economia local das comunidades. O Motirõ é uma
ecomoeda social que circula nos eventos apoiados pela
Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares
(ITEP/PROEX/UENF) enquanto o movimento de economia solidária
não constituir seu banco comunitário -
explica a coordenadora da ITEP/PROEX/UENF,
Nilza Franco Portela.
Confiram a programação:
14/12 - Sexta
10h- Abertura a visitação ao público no espaço de comercialização
e circulação da moeda social
e circulação da moeda social
Espaço Cultural - Jorge da Paz
10:15– Oficinas com a Inclusão Produtiva
11:30 - Capoeira
14:00– Oficina com a Inclusão Produtiva
17:00- Palestra ( ITEP/UENF) Villa Maria
O Papel do Design na Reciclagem/Reaproveitamento de Produtos -
Carlos Guilherme Azevedo e Andrea Mendes
18:00h- Abertura oficial do III Festival de Economia Solidária – 2012
19:00 - Palestra ( ITEP/UENF) Villa Maria
Tema: Economia Criativa, Inovação e Processos Colaborativos –
Lívia Amorim e Andreza Barreto
19:00 – Cozinha Quilombé
20:00 Encerramento
15/12 - Sábado
10h- Abertura a visitação ao público no espaço de comercialização
e circulação da moeda social
e circulação da moeda social
10:15 Oficina Campos EcoSol
Crochê Tunisiano – Cláudia
11:00 Oficina Campos EcoSol
Tricô - Rutiléia
11:30 - Capoeira
14:00 – Oficina Campos Ecosol
Caixas de MDF - Enilza e Maria José
15:00 – Oficina Campos Ecosol
Bijoux - Fabiana
17:00 – Palestra ( ITEP/UENF) Villa Maria
Tema: Economia Solidária: uma nova alternativa de vida e
de economia -Talita Barros
18:00 - Roda de samba e relançamento do cd Bambas da Planicie
(Jorge da Paz, Geraldo Gamboa e Mariel Tancredo)
19:00 – Cozinha Quilombé
20:00 - Encerramento
16/12 – Domingo
10h- Abertura a visitação ao público no espaço de comercialização
e circulação da moeda social
e circulação da moeda social
Espaço Cultural Jorge da Paz
10:15 – Oficinas com a Inclusão Produtiva
11:00 - Projeto Forró entre Amigos
16:00 – Palestra ( ITEP/UENF) Villa Maria
Tema: Moedas Sociais e Banco do Povo: uma alternativa de
crédito para os grupos de Economia Solidária - Nilza Franco
17:00- Roda de Samba com Lene Moraes
18:00 - Encerramento
Release: Wesley Machado
Acessem o Blog da ITEP/PROEX/UENF: http:// itepuenf.blogspot.com.br/
E vejam o vídeo de divulgação do evento:
(Anima ção em stop motion realizada por Tiago Quintes)
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Vestidos comestíveis
Sung Yeonju é uma designer coreana que encantou o mundo da moda e da arte com seus vestidos comestíveis. A série é intitulada “comida usável”.
Ela nasceu em1986, em Seul, na Coréia do Sul, e se formou pela Universidade de Hong Kong em 2010.
Seus vestidos usam uma incrível variedade de materiais: pão, repolho, tomates e cebolas.
Confira quão fantástico é o trabalho dela:
As roupas esculturas feitas com alimentos
Ted Sabarese fotografou vários modelos usando alimentos, em uma coleção de imagens que chamou de “As dores da Fome”.
A ideia é que, não só as roupas sejam feitas de comida, mas retratem aquilo que as pessoas fotografadas desejam comer e, em teoria, não podem.
Cada fotografia demorou muito para ser produzida. O vestido de alcachofras, que você vê abaixo demorou seis horas para ser “montado” na modelo.
Olha que fantástico!
Paraty Eco Fashion
Entre os dias 14 e 16 de Setembro de 2012, acontecerá o Paraty EcoFashion, em Paraty – RJ. O evento que explora vertentes da Moda e do Design com foco na sustentabilidade, contará com diversos workshops ministrados por profissionais da área super qualificados, que enriquecerão a temática principal, promovendo acesso e informação às diversas técnicas e formas de trabalho. para saber mais sobre o evento acesse o link: http://paratyecofashion.com.br/2012/uncategorized/paraty-eco-fashion-oferecera-diversos-workshops/
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
UPcycling: Óculos feitos de skates quebrados
Mais uma matéria de upcycling bacana...
Por: Coletivo Verde
Por: Coletivo Verde
A marca Holloway lançou uma série de óculos super divertidos e sustentáveis
utilizando o skate como inspiração e matéria prima.
A grande inovação esta no material utilizado para a armação
que reutiliza a madeira de shapes de skates quebrados e velhos.
Além de ser uma bela ação sustentável os shapes criam uma
textura interessante na armação conferindo um estilo cool aos óculos.
Bacana demais né? Veja a galeria de fotos:
terça-feira, 15 de maio de 2012
a+Mô - arte, moda e afeto
a+Mô é um projeto criado por mim para desenvolvimento de produtos de moda e inclusão social.
Através do projeto eu visito comunidades, cooperativas, associações, coletivos e tal e proponho produtos de moda para aprendizado e desenvolvimento.
É mais ou menos assim: Uma proposta em forma de aula, seguida da criação de um eco-produto, que gera uma linha de produtos e a comercialização disso tudo de forma justa e sustentável.
Nesta primeirinha edição criamos uma linha de colares com resíduos de couro ecológico, que foram doados por empresas de capotaria + resíduos de carnaval.
O resultado você confere nas fotos.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Coletivo Brasil – Moda Sustentável
Conheci este projeto e estou bem feliz! Como é bom ver que temos parceiros pelo Brasil à fora!
O Coletivo Brasil – Moda Sustentável- nasceu com a ideia central de criar um movimento de vanguarda, cuja proposta é reunir e apresentar à sociedade brasileira e internacional, o DNA da moda sustentável nacional, mostrando que é possível desenvolver moda economicamente viável, ecologicamente correta e socialmente justa.
Para tanto, foram convidados criadores reconhecidamente comprometidos com a proposta sustentável, que aceitaram o desafio de promover e popularizar esse novo conceito de fazer moda.
O Coletivo Brasil – Moda Sustentável reúne, neste primeiro momento, cerca de trinta profissionais diretamente envolvidos, entre designers, estilistas, fotógrafos, jornalistas, modelos, além de mais de trinta artesãos que foram capacitados por integrantes do movimento e que estão se juntando ao Coletivo Brasil, “apadrinhados” por integrantes do movimento, como forma de promover a inclusão social e profissional dos grupos, todos igualmente engajados e dispostos a difundir a proposta da sustentabilidade na vida e na moda.
Marcadores:
estamparia,
inclusão social,
melhor distribuição de renda,
moda inclusiva,
moda+humana,
mundo mais humano,
mundo melhor,
parceiros sociais,
reciclagem,
solidariedade,
sustentabilidade,
upcycling
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Consumo consciente por um mundo mais humano! Vem gente!
Fórum Local de
Economia Solidária se prepara para a realização do I Bazar Campos EcoSol.
Economia
Solidária envolve inclusão social, geração de renda e comercialização solidária
(preços justos em feiras e bazares coletivos), além da preocupação com o meio
ambiente.
O Fórum Local de Economia Solidária de Campos
dos Goytacazes quer levar à população campista novas oportunidades de venda com
a edição do “I Bazar Campos EcoSol – Economia Criativa para um comércio justo e
solidário”, comercializando roupas, sapatos e acessórios seminovos e com preços
bem acessíveis. O evento acontecerá na Praça da República, atrás da Rodoviária
Roberto Silveira, na sexta-feira, dia 11/05, das 9h às 18h. A renda será revertida
ao Fundo Solidário, criado para que os grupos ligados ao Fórum tenham recursos
para participar de eventos em outros municípios e estados.
Muito
mais que o consumo, o Fórum, através do I Bazar Campos EcoSol, que levar às
ruas os conceitos da Economia Solidária, que propõe o comércio justo e a
reutilização de produtos, como ressaltou a integrante da Secretaria Executiva do Fórum Local de
Economia Solidária, Rosane Ribeiro.
-
A
população de Campos e da região ainda não ouviu falar na Economia Solidária
então é chegada a hora. Em breve nós teremos o segundo, o terceiro e ai sim
vamos ser conhecidos e reconhecidos pelas iniciativas inovadoras baseadas na
sustentabilidade - disse.
Karla
Barreto de Aguiar, que também faz parte da Secretaria Executiva do Fórum,
acrescentou que, na
ocasião, haverá ainda a venda
de artesanato e de doces e salgados típicos, somando 10 espaços, além da tenda
para o Bazar, oportunidade para a exposição de produtos já comercializados e
reconhecidos por sua qualidade em outros municípios.
-
Esta é uma excelente oportunidade para que a população conheça e colabore com o
artesanato local. A qualidade de nosso artesanato já é reconhecida. Temos
quinze artesãos com peças sendo comercializadas num Quiosque da EcoSol, em
Copacabana, em parceria com o Banco do Brasil, e a partir daí fomos incluídos
no Circuito Carioca de Economia Solidária – disse Karla.
A ideia
do Bazar surgiu durante plenária mensal do Fórum realizada em março deste ano,
discutida entre seus pares e aprovado em plenário. Conforme Nilza
Franco, coordenadora da Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares da
UENF a partir deste Bazar novas ações se desencadearão para firmar esta nova
política pública de economia solidária:
- Temos
dois momentos importantíssimos: Um é a criação do Fundo Solidário da EcoSol em
Campos dos Goytacazes a outra é uma série de ações que nos levará à criação e à
manutenção do Fundo Solidário. Fundo solidário é uma prática de mutirão, de
ajuda mútua entre um grupo de pessoas que se organizam em torno de um objetivo
comum, como é o caso – explicou.
O Fórum
existe há cerca de um ano e já conta com mais de 25 grupos autogestionários de
artesãos. O I Bazar Campos EcoSol é uma realização do Fórum Local de Economia
Solidária juntamente com seus parceiros: a ITEP/UENF e a Prefeitura de Campos,
através da Secretaria Municipal de Família e Assistência Social, da Secretaria
de Serviços Públicos Municipais e da Guarda Civil Municipal.
Telefones
de contato:
Rosane
Ribeiro (Secretaria
Executiva do Fórum Local de Economia Solidária de Campos dos Goytacazes) - 8124-1526
/ 9995-2243
Karla
Barreto de Aguiar (Secretaria Executiva do Fórum
Local de Economia Solidária de Campos dos Goytacazes) – 9832-8603
Designer inglesa transforma garrafas plásticas em abajures
A inglesa Sarah Turner é um exemplo de designer criativa envolvida no mundo do reaproveitamento de materiais que muitos consideram "lixo". Ela criou abajures de garrafas plásticas usadas, utilizando apenas jatos de areia e folhas de polipropileno branco e verde.
As garrafas de plástico, de origem local, são cortadas em diferentes tamanhos a depender do design. Para o abajur da foto acima, intitulado "Daisy 12", o plástico é formado em torno dos anéis do objeto para criar um design que é retrô e elegante.
Daisy 12 está disponível em uma variedade de cores que variam de framboesa, violeta até verde e amarela limão. Além disso, o objeto vem equipado com uma lâmpada de energia eficiente.
Outro modelo, chamado "Cola 67", é feito com 67 garrafas de Coca-Cola usadas. O "Bluebell 6", entretanto, é feita a partir de seis garrafas plásticas de água usadas, pintada em um tom azul pálido.
Abajur "Cola 67", que utilizou 67 garrafas de coca-cola
Esforços como a de Turner nos dá a esperança que, apesar do crescente problema dos resíduos sólidos, há aqueles que tomam isso como um desafio e os utilizam para abastecer novos projetos e ideias.
Por : EcoD
segunda-feira, 19 de março de 2012
Designer cria botas a partir de sacolas plásticas
A designer chilena Camila Labra aliou a beleza de sua concepção de acabamento com a beleza do gesto de criar uma solução sustentável. Ela apostou no uso das sacolas plásticas para confecção de lindas botas intituladas de Daccas.
A técnica utilizada pela artista é interessante. Por meio do processo de fundir as sacolas com calor, é gerada uma lâmina mais grossa e resistente que conserva as propriedades do polipropileno, que é impermeável, flexível, leve e não tóxico. Para cada par são usadas em média oito sacolas plásticas.
As botas são revestidas por dentro com tecido acolchoado que impede a transpiração e as tornam mais confortáveis. As cores podem variar devido a diversidade de estampas dos sacos no mercado.
Em depoimento ao Daily Mail, Camila esclareceu que sua inspiração veio ao observar as pessoas usando sacolas por cima dos sapatos para tentar minimizar os efeitos da chuva.
As sacolas plásticas são consideradas grandes vilãs do meio ambiente. Proibidas em muitas cidades, as unidades já produzidas podem ter um destino criativo e funcional, como as Daccas.
As botas pra lá de fashion estão à venda por US$45,00 no blog de Camila Labra.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Moda X Sustentabilidade
Sustentabilidade nos dias de hoje é um termo que passou a ser conhecido e está inserido em quase todos os setores da economia e muito se tem feito no sentido de garantir o estilo de vida verde que tanto se almeja para o planeta, porém as medidas até agora tomadas estão longe do que seria o ideal em termos de preservação da natureza e sua beleza. A verdade é que já podemos contar com um bom mercado para os produtos orgânicos, tanto no setor de alimentos como de produtos de beleza, porém a sustentabilidade na moda inda está engatinhando quando literalmente falta vestir a camiseta em prol da causa sustentabilidade com mais proteção ao meio ambiente.
Sustentabilidade na Moda
Até a pouco tempo atrás os produtos orgânicos na Moda e Natureza se resumiam ao artesanal quando os ex-hippies vendiam sandálias feitas a partir dos pneus reciclados. Atualmente um grande passo foi dado, pois entro do conceito de moda verde podemos encontrar todos os tipos de acessórios e Moda roupa.
Dificuldades pra a Expansão da Moda Sustentável
Que é o assunto mais presente em nossos dias não há dúvidas, porém existem males que prejudicam a expansão da Moda e Estilo correta ecologicamente e um destes é o fato das pessoas não saberem exatamente do que se trata e muito menos como adquirir produtos fabricados dentro deste conceito. É difícil até para quem aderiu ao conceito saber como vencer obstáculos que se apresentam, pois além de não estarem vendendo o que se esperava ainda existem entraves burocráticos para a aquisição matéria prima adequada.
Sobre
Quem está se mantendo fiel a este projeto de moda sustentável por certo vem dando uma grande demonstração de perseverança quando encontram dificuldades para encontrar produtos orgânicos com padrões de qualidade adequados como é o caso do algodão cuja qualidade deixa a desejar para que se possam criar peças complexas e com um corte bom como exige o mercado.
Falta Mão de Obra Qualificada
Soluções para problemas difíceis como encontrar pessoal com treinamento adequado a esse tipo de produção é outro entrave para a expansão desse novo conceito de Moda Hoje, além das dificuldades encontradas quanto ao tempo de entrega da matéria prima que ainda pode faltar no momento que a idéia comece a ser abraçada por mais empresários do ramo.
Dicas
Mas prepare-se para o inesperado, pois a importância dos projetos que visam melhorar a qualidade de vida do planeta existe muitas discussões a respeito da sustentabilidade na Moda e Consumo uma vez que muitos dos materiais naturais usados como é o caso da fibra de bambu, que é produzida na China e em cujo transporte é queimado combustível fóssil, responsável pela emissão de gases de efeito estufa. Também se torna contraditória a produção de jeans ecológico, pois o grande consumo de água, energia, além dos produtos químicos usados seria incompatível com o jeans orgânico o que torna a idéia irreal. Estes são apenas alguns dos muitos problemas para que se tenha a desejada moda sustentável.
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