segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Walmart Brasil amplia capacidade de venda de produtores artesanais


O site de vendas do Walmart Brasil, agrega desde o mês de julho, uma nova categoria à sua loja virtual – o E-Solidário.
A iniciativa é fruto de uma ação conjunta entre a rede de varejo e a Solidarium, empresa que promove o comércio justo.
O E-Solidário oferece aos consumidores de todo o Brasil produtos desenvolvidos por pequenas comunidades e cooperativas. A lista de itens inclui objetos de decoração, brinquedos e outras utilidades, tudo feito artesanalmente em diferentes regiões do país.
Com a ação, produtores artesanais ganham suporte para a ampliação de suas vendas, que passam a ter alcance nacional e contam com uma rede de distribuição de mais ampla. Além disso, a cada encomenda feita os fornecedores têm 50% do pagamento antecipado.
“Vender produtos mais sustentáveis e com apelo social e, com isso, contribuir para o desenvolvimento das comunidades se encaixa perfeitamente na nossa maneira de ver a sustentabilidade de maneira ampla, completamente inserida no negócio", afirma Flávio Dias, diretor de E-Commerce do Walmart Brasil.
Segundo Dias, o E-Solidário disponibiliza pouco mais de 100 itens, mas até o final de 2010 este número deve ser quatro vezes maior. Atualmente, mais de 20 empreendimentos de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Maranhão são beneficiados.
Como participar?Comunidades produtoras ou cooperativas com interesse em fazer parte desta iniciativa devem preencher o Cadastro de Empreendimentos Solidarium
Em seguida, a empresa entrará em contato com o empreendimento produtor para agendar uma visita na sede. Durante esta visita, será aplicada a ferramenta de diagnóstico e pontuação que busca avaliar os seguintes aspectos:
- Perfil das lideranças;- Perfil dos associados, cooperados e/ou funcionários;- Infra-estrutura e capacidade produtiva;- Linhas de produtos;- Atuais clientes;- Renda mensal;
- Práticas gerenciais;
Todos os grupos visitados receberão o resultado do diagnóstico.
Pagamento de preço justo aos colaboradores, combate ao trabalho infantil e respeito ao meio ambiente são alguns dos critérios analisados pela Solidarium . Clique aqui para conhecer todos os critérios avaliados.
Se você quiser seguir o Akatu no Twitter, clique aqui.
Via: AKATU 

As 10 cidades mais sustentáveis do mundo


Por Luana Caires

Reykjavik é 100% abastecida por energia renovável, foto: Benjamin Dumas


Se transformar em uma cidade sustentável está longe de ser uma tarefa fácil, mas também não é impossível.
((o)) Eco selecionou 10 localidades que podem até não serem ecologicamente perfeitas, mas são exemplos de que é possível diminuir o impacto ambiental de um centro em urbano optando por um planejamento que inclua o verde em sua paisagem e preze por formas mais sustentáveis de organização.
Confira a seguir o que foi ou tem sido feito para tornar essas urbes mais “verdes”.

1. Reykjavik, Islândia
Há mais de 50 anos a Islândia tem se empenhado em diminuir sua dependência de combustíveis fósseisaproveitando seu potencial natural para a geração de eletricidade. Não é de se estranhar que sua capital seja 100% abastecida por energia limpa e de baixo custo. Parte dos veículos da cidade já são movidos a hidrogênio, tendência que deve aumentar ainda mais. O país está investindo pesado nessa tecnologia e pretende se tornar  uma “economia do hidrogênio” nas próximas décadas. No mês passado, foi posto em prática um experimento perto das usinas geotérmicas de  Reykjavik  para testar a viabilidade de se estocar carbono criando emendas de calcário no subsolo. Se tudo ocorrer como esperado, o dióxido de carbono ficará permanentemente aprisionado no solo, o que deve permitir que usinas geotérmicas se livrem dos dióxidos de carbono que elas trazem das profundezas e se tornem efetivamente neutras.

2.Malmö, Suécia
Pioneira na utilização de energia renovável, Malmö também é apontada como a primeira cidade de Troca Justa da Suécia. Ali, o governo tem incentivado o consumo de mercadorias locais produzidas eticamente, promovendo a conscientização dos seus habitantes sobre a importância de se estabelecer um mercado justo e sustentável. A cidade recicla mais de 70% do lixo coletado e os resíduos orgânicos são reaproveitados para a fabricação de biocombustíveis que, juntamente com a energia hidrelétrica, solar e eólica, alimenta o Western Harbor, uma comunidade 100% dependente de energia limpa. Além disso, Malmö possui mais de 400 quilômetros de ciclovias em seu território ­– cinco quilômetro s a mais Copenhague, na Dinamarca–, sendo a cidade sueca com maior número de vias para ciclistas. No ano passado, o uso das bicicletas aumentou 11% e 40% dos deslocamentos relacionados ao trabalho foram feitos utilizando a magrela.

3.Vancouver, Canadá
Líder do ranking das cidades mais habitáveis do mundo por quase dez anos, Vancouver é a cidade norte-americana com amenor pegada de carbono. Mais de 200 parques esverdeam a sua área urbana e pelo menos 90% da sua energia já provém de fontes renováveis. Em 2005, o governo colocou em prática uma estratégia para que todos os edifícios construídos na cidade oferecessem uma melhor performance ambiental. Desde então, disponibiliza para a população todas as informações necessárias sobre como diminuir o impacto de suas residências e oferece incentivos para que seus habitantes façam uso de energia solar. Até 2020, a cidade pretende neutralizar toda a emissão de gases estufa proveniente dos seus edifícios, que hoje são responsáveis por 55% das emissões de Vancouver.
Por quase 10 anos, Vancouver liderou o ranking das cidades mais habitáveis do mundo, foto:R.Fun


4.Copenhague, Dinamarca
Quando o assunto é ecocidade, Copenhague é um dos principais nomes que devem vir à sua cabeça. No ano passado, ela ficou entre as cidades Mais Habitáveis do mundo, de acordo com a classificação da revista Monocle, e faturou o título de Melhor Cidade para Ciclistas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente para se deslocar pela área urbana e foi lá que surgiu pela primeira vez o empréstimo público de bicicletas. Desde 1990, a cidade conseguiu reduzir suas emissões de carbono em 25% e até 2015 o governo pretende transformá-la na ecometrópole número um do mundo. Além do investimento em fontes limpas de energia – lá foi inaugurada, em 2001, um dos maiores parques eólicos marítimos do mundo –, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas, local tão seguro que hoje pode até receber banhistas.

5.Portland, Estados Unidos
Ela tem inspirado outros centros americanos a incluir espaços verdes em seu planejamento urbano. Para conservar os áreas vegetativas em sua volta, foi estabelecido um limite para o avanço da urbanização da cidade, que conta com 92 mil acres de  área verde  e mais de 300 quilômetros de ciclovias. Portland foi a primeira cidade dos Estados Unidos a aprovar um plano para reduzir as emissões de dióxido de carbono e tem promovido sistematicamente a construção de prédios verdes. Além disso, cerca de 40% de sua população utiliza ou a bicicleta ou o transporte coletivo para ir ao trabalho e, desde de outubro, o governo recolhe os resíduos orgânicos, que são enviados para centros de compostagem. Hoje, metade da energia utilizada pela cidade é obtida a partir de fontes limpas, como a luz solar e o aproveitamento de resíduos para a produção debiocombustível.

6.Bahia de Caráquez, Equador
A Bahia de Ceráquez é um verdadeiro paraíso para os ecoturistas. Nos anos 90, o local foi devastado ao ser atingido por um terremoto. Então, o governo e  algumas ONGs decidiram reconstruí-la como uma cidade sustentável. Eles desenvolveram programas para conservar a biodiversidade local e controlar a erosão, implantaram esquemas de incentivo à agricultura orgânica e de reutilização  dos resíduos privados e dos mercados públicos na compostagem. É de lá a primeira fazenda orgânica certificada de camarões.

7. São Francisco, Estados Unidos
Ela foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolinhas plásticas e brinquedos infantis fabricados com produtos químicos questionáveis. São Francisco é também uma das cidades líderes na construção de prédios verdes e já possui mais 100 deles. Quase metade dos seus habitantes utiliza o transporte publico ou a bicicleta para se locomover todos os dias e mais de 17% da população faz bom proveito dos parques e das áreas verdes da cidade. Em 2001, os eleitores aprovaram um incentivo de 100 milhões de dólares para o financiamento da instalação de painéis solares e turbinas eólicas e de reformas para tornar as instalações públicas da cidade mais energeticamente eficientes.
São Francisco foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolas plásticas, foto: Billy Gast


8. Sidney, Austrália
A Austrália foi o primeiro país a banir as lâmpadas incandescentes, substituindo-as por modelos mais energeticamente eficientes. Em Sidney, as emissões de gases estufa diminuíram 18% apenas com a reforma de suas instalações públicas. Além disso, lá foi colocado em prática um projeto de uma rede regional de bicicletas que deve unir 164 bairros. Com essas medidas, o uso da magrela triplicou nas áreas em a rede foi instalada. Também foi em Sidney que surgiu a Hora do Planeta, em que toda a cidade desligou as luzes por 1 hora para chamar atenção para o problema do aquecimento global.

9. Freiburg, Alemanha
Desde que foi reconstruída após a Segunda Guerra Mundial, Freiburg vem experimentando o modo de vida sustentável. É lá que se encontra a famosa Vauban, uma vila de 5 mil habitantes criada para servir de distrito modelo de sustentabilidade. Todas as casas são construídas de maneira a provocar o menor impacto possível no meio ambiente, mas ela é conhecida mesmo por ser uma comunidade livre de automóveis e que incentiva modos mais ecológicos de deslocamento. Em Freiburg também existe uma vila totalmente abastecida por energia solar.

10. Curitiba, Brasil
Ela não é chamada de cidade modelo à toa. Seu eficiente transporte público é utilizado por 70% da população e, se consideradas somente as metrópoles verdes, ou seja, centros urbanos de grande porte, Curitiba só perde para Copenhague no índice de menor emissão de dióxido de carbono per capita e para Vancouver no quesito produção de energia renovável. A cidade possui ainda um bom programa de conservação da biodiversidade e de reflorestamento de espécies nativas e tem uma área verde de 51 metros quadrados por habitante.

terça-feira, 13 de setembro de 2011


Achei muito fofo e decidi reproduzir aqui!

"Eu adoooooro latinhas. Confesso que já cheguei até a comprar comidas que eu não gosto só por causa de uma latinha bonita. Mas esquisitices à parte, a verdade é que as latas fazem cada vez mais parte do nosso cotidiano, e a maioria delas – descontado o rótulo – é bem simples, não tem nada de especial. E acabam indo parar no lixo.
E foi aí que a proposta do designer inglês Jack Bresnahan me ganhou: ele criou nove tipos de “tampas” para serem aplicadas àquelas latas mais básicas, deixando-as com um aspecto super bonito e dando novas funções. Uma forma simples, inteligente e charmosa de reuso."

Bresnahan Eco Lids 1
Bresnahan Eco Lids 2
Bresnahan Eco Lids 5
Bresnahan Eco Lids 4
(Via TrendLand)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Beleza é fundamental: ilustrações de moda!




KEKA TÁ NA MODA: ESPETÁCULO INFANTIL CONTA A HISTÓRIA DA MODA ATRAVÉS DA MUDANÇA DE COSTUMES DA SOCIEDADE

 
Adaptação dos livros infantis ‘Keka tá na moda’ e ‘As saias voadoras de Keka’, de Helen Pomposelli, Keka tá na Moda, é indicada para crianças, pais, mães e pessoas que gostam de arte, moda e cultura e sabem que por trás do aspecto consumista atual está um universo rico em arte e criatividade. A estreia acontece dia 27 de agosto no Teatro Oi Futuro Ipanema. A temporada segue até 23 de outubro de 2011, aos sábados e domingos às 16h.
Recheada de músicas de décadas diferentes, dirigida por um dos diretores mais requisitados do momento, Ernesto Piccolo e com figurino da própria autora, a consutora da moda, jornalista e arte-educadora Helen Pomposelli, Keka tá na moda, tem em seus elenco três atores: Juliana Martins, que vive Keka, Eliane Costa e Eduardo Andrade.
Além da peça, o projeto Keka tá na moda oferece oficinas gratuitas de moda para crianças. As oficinas são ministradas por Helen Pomposelli e acontecem todos os domingos, uma hora antes do espetáculo, no próprio teatro. A proposta da oficina é estimular a criatividade e a relação sensorial com a roupa. Haverá aulas de customização com tecidos e aviamentos em chapéus e saias, colagem de papéis e brincadeiras com figurinos de época.

Moda inclusiva – A moda que inclui, aproxima e valoriza as pessoas


 


Moda e deficiência, duas palavras que normalmente não se encontram, tornaram-se um dos desafios da moda – o novo olhar, para dar origem a um vestuário que visa estética funcional aliada a peças ergonomicamente projetadas para todo tipo de necessidade, sistema de abertura previsto para fácil circulação e mobilidade… Tornar a moda acessível e tátil – etiquetas em Braille (a moda nãos mãos de todos!), fechos de velcro e imãs, tecidos confortáveis. Você já havia refletido sobre isso? A inclusão começa quando pensamos sobre ela.
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), em torno de 10% da população mundial é de Pessoas com deficiência (PcD). O que para a maioria é fácil, prazeroso e simples, para PcD, o vestir-se é um desafio. Expressar individualidade e personalidade no modo de vestir sem que suas necessidades estejam presentes na indústria da moda, é um ato de bravura e persistência, tanto quanto precisar de acesso a algum lugar onde só há escadas… Ou, querer muito ler um livro que não esteja disponível em Braille…
Mostrando como essa moda sai da teoria para a prática, vamos falar sobre Chris Ambraisse, estilista e criador da grife francesa A&K Classics . Um exemplo do exposto acima. Eco moda com inclusão total, aliando design às necessidades de PcD.



Chris iniciou pesquisas sobre o assunto e não conseguiu mais parar. Após reuniões com Pessoas com deficiência, fisioterapeutas e associações, vários esboços de roupas apropriadas às necessidades de PcD, com design limpo, moderno e estiloso surgiram. A partir de um financiamento do Fundo Social Europeu, surgiu sua primeira coleção de moda inclusiva, com 30 looks desfilados em 2007 por modelos com e sem deficiência em condições de igualdade.
Em 2008, nova coleção e desta vez com tecidos reaproveitados… A grife Cacharel, que desprezaria o seu resíduo têxtil, destinou-o para Chris, que desde então, lança mão do reaproveitamento de tecidos para gerar coleções sustentáveis.
Assim Chris definiu sua moda numa entrevista:
“Meu estilo é cheio de mutação e divertido. Eu quero fazer roupas que tenham um valor estético real, mas que observe uma parte valiosa da vida, tornando-a mais confortável e mais divertida. Se é para pessoas com deficiência, o vestir-se por conta própria e ter orgulho na sua independência e no seu olhar quando saem para o mundo, é o objetivo. Buscamos muita reflexão e pesquisa objetivando a funcionalidade das roupas bem como a sua estética. Nós olhamos para a forma como as pessoas se deslocam e vestem suas roupas; fazemos testes com Pessoa com deficiência e sem deficiência para entender onde podemos colocar uma abertura que não vá ficar perdida ou sem estilo, e que possa fazer da peça multifuncional.


 
 

A verdade é que Chris Ambraisse conseguiu unir todos os pontos da moda ética. O que vemos em suas coleções e vídeos é uma moda extremamente impactante com base na alta costura, podendo ser usada por qualquer pessoa. Ele mesmo faz questão de destacar isso na passarela ao lançar mão de modelos com deficiência ou sem deficiência física. O minimalismo é a sua base, o que proporciona elegância extrema em suas peças que são feitas em tons monocromáticos. O editorial de seu catálogo é simplesmente luxuoso… O novo luxo – ético, inclusivo e sustentável.

Por Lu Jordão Duas Moda e Arte
Via: Coletivo Verde

Pen Drives retrôs e estilosos




Que tal utilizar um Pen drive retro super estiloso feito com antigos filmes fotográfico?
A empresa New Focus cria artesanalmente pen drives reutilizando os jurássicos filmes fotográficos de 35mm. Cada pen drive conta com a capacidade de 4gb que possibilita o armazenamento de 2000 fotos em boa resolução, uma quantidade infinitamente superior as famosas 36 poses dos filmes originais.




A empresa disponibiliza o produto no Etsy e cada unidade custa a partir de $14. Você pode escolher entre diversos modelos e cores, como na foto acima. Uma iniciativa bem bacana que vai agradar em cheio os saudosistas e os entusiastas da reutilização.




Mais: Loja no Etsy
Via: Gadgetsin